Comportamento

Mozilla quer ensinar conceitos da internet para o mundo inteiro

Com o objetivo de capacitar as pessoas sobre conhecimentos básicos da internet, a Mozilla acaba de lançar um mapa da “Alfabetização Web” (Web Literacy) para ensinar um conjunto de habilidades e competências essenciais, como motores de busca, conceitos básicos de design, fundamentos de privacidade on-line e uma compreensão sobre trabalho em grupo, licenciamento de código fonte aberto e edição de conteúdos (remixing).

A Na próxima década, o número de pessoas com acesso à internet subirá para cinco bilhões. A ideia é que estes milhões de novos usuários, muitos deles vindo de países emergentes, possam experimentar oportunidades pessoais, cívicas e econômicas através de habilidades necessárias para manejar significativamente a internet. “Não estamos dizendo que todos devem aprender como programar um código web para serem alfabetizados na web. Mas quando todos tiverem uma compreensão básica de como ela funciona, seremos capazes de utilizar a internet em seu potencial completo”, afirma An-Me Chung, diretora de parcerias estratégicas da Fundação Mozilla.

Quando os usuários não são alfabetizados na web, tornam-se marginalizados da internet aberta. E a própria Internet sofre com isso. Sem usuários novos e diversificados, ela se torna fechada, mais comercial e monolítica. “Acreditamos que a alfabetização web é tão importante quanto a leitura, redação e aritmética. Ao ensinar estes três elementos, contamos com séculos de experiência. Entretanto, a internet não possui um roteiro educativo claro e específico. Logo, a Mozilla criou a versão 2.0 do Mapa da Alfabetização Web para preencher esta lacuna e ajudar educadores de todo o mundo que estão ensinando e aprendendo sobre a web”, destaca An-Me.

O Mapa é um quadro interativo e detalhado que descreve e define as competências-chave de alfabetização web. Além disso, ele oferece atividades práticas para ensinar e aprender essas habilidades. Um conjunto diversificado de pesquisadores, educadores, cientistas e empresários contribuíram com estudos, entrevistas e grupos de pesquisa, junto com a equipe e voluntários da Mozilla, que trabalharam durante vários meses para cria-lo. Por enquanto, o conteúdo é disponibilizado apenas em inglês.

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via Adnews

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