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25 anos: Uma análise sobre mudanças

No mês passado fiz vinte e cinco anos e decidi escrever um pouco sobre meu sentimento por esses dias. Não que eu tenha alguma crise com minha idade, muito menos que eu esteja me sentindo velho demais. Não é nada disso, porém foi inegável não perceber como a vida muda. Por incrível que pareça foi o primeiro ano que parei para meditar sobre isso.

Nós somos uma eterna metamorfose, afinal, mudamos sempre. Nós mudamos diariamente, mensalmente, anualmente… frequentemente temos pequenas mudanças dentro de nós, que por muitas vezes não é percebida na hora, mas, sim, somente depois de alguns dias ou até mesmo anos. Hoje observando minha vida vejo que tenho repudio por muitas coisas que um dia eu aceitei, porém vejo também que aceito muitas coisas que um dia eu tive repúdio. Eu mudei minha avaliação sobre quase tudo na vida: futebol, música, política, estilo de se vestir, enfim.

Consigo viver sem pessoas as quais jamais pensei que viveria, todavia também sou amigo de pessoas as quais nunca imaginei que seria. Sabe aquele pré-conceito? É então… a gente muda isso também. Mudei meu temperamento. Mudei minha rotina. Mudei simplesmente por mudar.

Lembro-me de muitas coisas e épocas com certo saudosismo, entretanto existem momentos e coisas das quais não me faz diferença, cá entre nós, já passou.

Talvez você já tenha passado por essa avaliação, muito antes de chegar aos vinte e cinco, aliás, a idade aqui não importa, ela só marcou o momento em que minha ficha caiu. Ou quem sabe você nunca pensou nisso e de certa forma está em crise porque algumas coisas estão mudando de repente.

Darei um conselho pra você: Relaxe! A vida mudará mais vezes. Não é a primeira e não será a última.

Acho importante as pessoas acostumarem com a mudança, acredito piamente que é através dela que amadurecemos. É por conta da mudança que desfrutamos de coisas hoje que nunca pensávamos em desfrutar. Quem decide não mudar automaticamente decide por estar ultrapassado.

Sim, eu sei que é difícil e que certas áreas, pessoas, lugares não queríamos abandonar nunca, mas é necessário. É necessário mudar.
Deixarmos nosso navio atracado sabendo que dali não sairá nada não é perseverança, é tolice. Precisamos entender o momento de mudar, o momento de deixar partir, o momento de ir…

Eu mudei!
E você?

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